By comparing Brazil with the United States and South Africa, the book shows that racism adapts to local cultures. Brazil’s prejudice is not Jim Crow—it is more subtle, more relational, and often hidden behind smiles and compliments about “exotic beauty.”
Nota: não especifiquei uma edição ou autor porque a busca por arquivos PDF pode apontar para várias obras com títulos similares; abaixo segue um resumo crítico genérico e estruturado que funciona para apresentações, resenhas ou introduções acadêmicas.